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Ouro verde: Especiarias Brasileiras e Frutas Brasileiras

Especiarias Brasileiras,

 

um mundo a descobrir

Fonte: https://doutorgourmet.com/

As famosas especiarias, motivo das grandes viagens que resultaram nos descobrimentos do novo mundo e na expansão das fronteiras comerciais da Ásia e Oriente, podem ser novamente valorizadas ao avaliarmos algumas sementes das florestas brasileiras.

Pimenta de macaco (Xylopia aromática)
Com aspecto semelhante a pimenta do reino, baixo grau de ardência e perfume que não perdura por muito tempo. Deve ser triturada de forma semelhante a pimenta do reino e aplicado sobre os pratos minutos antes de comer.

Puxuri – Licaria Puxuri Major
Tem origem na região Amazonica. Com aroma adocicado, lembra uma mescla de cravo e canela, possui ainda um fundo de frescor, que lembra ao longe o anis estrelado. Adequado para temperar carnes gordurosas. Lembra cardamomo e noz moscada.

Cumari / Cumaru – Fava Tonka (Dypterix odorata)

Cumaru - Baunilha Brasileira - Fava Tonka - Foto 3Uma das mais famosas sementes da região amazônica, um forte aromatizador, pode substituir a baunilha em doces e bebidas. Rotineiramente é usada de forma semelhante às favas de baunilha, aromatizando leites no pré preparo de pudins.

O Cumaru, apesar de ganhar esse nome, não faz parte do mesmo grupo de plantas. Ficou confusa? Vamos explicar a seguir. O Cumaru é uma semente que tem origem na Amazônia, e ele não traz o aroma típico da baunilha.

Entretanto o Cumaru tem presente a cumarina, uma substância presente na baunilha, com isso ele ganha um sabor particular. O Cumaru feito no Brasil era exportado, só que daí vimos a importância do produto.

CUMARU: SAIBA MAIS SOBRE A BAUNILHA BRASILEIRA

O cumaru é utilizado na indústria cosmética e também na culinária: saiba mais sobre essa semente que é considerada a baunilha brasileira.

Você já ouviu falar no cumaru, também conhecido internacionalmente como tonka? Ele é fruto de uma árvore da família das leguminosas típica da região amazônica. Ele ganhou fama entre os chefs de cozinha por ser muito aromático: por isso, é chamado de baunilha brasileira. Venha saber mais sobre o cumaru!

cumaru

Cumaru: saiba mais sobre a semente considerada a baunilha brasileira

A fava do cumaru, originária de uma grande árvore nativa da região amazônica, está presente nos estados do Acre, Amazonas, Goiás, Maranhão, Pará, Mato Grosso do Sul e Rondônia. Internacionalmente, a semente é conhecida como fava tonka e, no Brasil, também é chamada de fava de tanha, fava do cumaru, cumaru-verdadeiro, cumaru-amarelo e cumuaru-de-cheiro. Essa planta típica da região amazônica também é muito usada pela indústria cosmética, pois suas sementes têm cheiro adocicado e são aromáticas. Também é usada na indústria do tabaco por causa de suas notas amendoadas.

Na culinária, ela ficou famosa entre os chefs por ter a mesma utilização que a baunilha. Ela cai superbem em sobremesas, principalmente nas feitas com leite e também fica ótima combinada com outras especiarias em pratos salgados. Uma única fava pode aromatizar cerca de 2 litros de leite ou cremes na produção de sobremesas: o seu poder de aromatização corresponde ao de duas favas de baunilha.

A semente é muito rica em cumarina, uma substância que pode ser tóxica para o organismo quando consumida em grandes quantidades. Essa substância também está presente na canela e é usada na indústria como substituto da canela em chocolates e doces. Não há mortes registradas relacionadas à alta ingestão de cumarina, mas sabe-se que ela é tóxica principalmente para o fígado, órgão que desempenha um papel importante na hora de filtrar as toxinas.

Indicações e Ações Farmacológicas: A semente é bem reputada como antiespasmódica, diaforética, tônico cardíaco e alguns consideram-na como emenagoga. Também indicado para as tosses, evitando o uso prolongado. Essas virtudes estão relacionadas com a presença de cumarinas. Devido ao seu aroma intenso as sementes foram utilizadas para perfumar tabaco, chocolate e bebidas, tendo emprego industrial como sucedâneo da Baunilha. O óleo proveniente de suas sementes ajuda a debelar as úlceras bucais, alivia as dores de ouvido e serve como tônico para o couro cabeludo.
O extrato de Cumarú é veneno moderador e retarda a respiração e dos movimentos cardíacos, sendo ao mesmo tempo um anestésico. O extrato atua sobre o sistema nervoso cérebro-espinhal, de onde a anestesia e os fenômenos sensitivo-motores são verificados. Torna também os intervalos diastólicos mais prolongados e as sístoles compensadoras mais enérgicas e esgotamento final da atividade do órgão em diástole.

Em Homeopatia o Cumarú é utilizado na dor dilacerante da cabeça; nos tremores sobre o lábio superior do lado direito; nas dores das articulações, como as dos joelhos e em casos de pré-tuberculose.

Toxicidade/Contra-indicações: As administrações de drogas que contenham cumarinas podem levar a um leve efeito hepatotóxico (elevado valor de enzimas no sangue). Altas doses (4 gramas de cumarina, equivalente a 150 gramas da droga) podem levar a um estado de estupor, dor de cabeça, náuseas e vômitos.

A semente é conhecida por “Fava de Cumarú”, “Fava de Tonka”, “Fava de Tanha” e Tonka Beans (em inglês), a qual foi de grande importância no comércio nos meados do século XIX. Os caraíbas aproveitavam para fazer colares e braceletes.

As cumarinas são lactonas do ácido o-hidroxi-cinâmico. Em 1820, Vogel isolou a 1,2-benzopirona (ou seja, a cumarina) da Dipteryx odorata (nome científico da planta cumaru). A partir de então, as cumarinas passaram a fazer parte das indústrias e do dia a dia das pessoas.

Elas podem ser encontradas em muitos vegetais, mas também estão presentes em determinados fungos e bactérias. Estão nas mais diversas partes das plantas, como raízes, flores e frutos, principalmente das famílias das angiospermas. Como, por exemplo, a Apiaceae, a Rutaceae, a Asteracea, a Graminae e a Orquidaceae. Apesar dessa substância ser sintetizada nas folhas, sua presença é maior nas frutas, depois nas raízes e, então, no caule. Mas as condições ambientais podem alterar os níveis de cumarina em cada região da planta.

Seu cheiro é extremamente forte, com uma fragrância que lembra uma mistura de baunilha, amêndoas, canela e cravo. O odor acentuado fez com que ela fosse comumente utilizada como aromatizante em produtos industrializados.

Antigamente, era amplamente utilizada como aromatizante presente em alimentos. Mas seu uso foi proibido por possuir toxidade hepática em alguns compostos. Então, passou a ser empregada na composição de produtos de limpeza, cosméticos, tintas e tabaco. Além disso, faz parte da composição de muitos medicamentos, por possuir propriedades antibióticas, anti-inflamatórias e broncodilatadoras.

 

Nome Científico: Dipteryx odorata Willd. Sinonímia: Baryosma tongo Gaertn.; Coumarouna odorata Aubl.; Coumarona odora Aubl.

Nome Popular: Cumarú, Cumarú Verdadeiro, Árvore dos Feiticeiros, Cumarú Amarelo, Cumaruzeiro, Cumbari, Fava de Tonca, Fava de Tonka, Fava de Cumarú, Fava de Tanha, Fava de Índia, Sêmen Tonka (nas farmácias), Muira Paiê, Paru, Tonca, Tongo e Umbarú, em porutguês; Tonkabohne, na Alemanha; Sarrapia, Herba de Tonca, Haba de Tonquin,Tonca e Yape, em espanhol; Bois de Coumaron, Faux Gaïac, Fève Tonka, Gaïac de Cayenne, Gaïac de la Guyac e Guayac, em espanhol; Cuamara, Sweet-Scented Tonquin Bean, Tongo Bean, Tonka Bean, Tonka-Bean Tree e Torquin Bean, em inglês; Fava Tonca, na Itália.

Embiriba

Possui aromas e sabores complexos, mescla de doce e picante, usado no preparo de doces e em líquidos para mistura. Deve ser triturada e misturada aos alimentos, ou em saches para incrementar sabores residuais .

São as especiarias “verde-e-amarelas” que podem facilmente substituir as importadas: semente de cumaru (usada no lugar da baunilha), puxuri (no lugar da noz moscada), imbiriba (no lugar do anis e canela), pimenta de macaco (com sabor entre o cravo e a canela) amburana (comumente usada para envelhecer destilados).

Notas de coco e baunilha.

 

Amburana (Amburana Cearensis)

Caatinga e Cerrado

A Amburana é uma árvore nativa do sertão nordestino, suas sementes são utilizadas comercialmente na perfumaria e a madeira é empregada na carpintaria. A casca do caule  apresenta propriedades terapêuticas, comprovadas cientificamente contra afecções respiratórias, por isso  serve de matéria-prima para fabricação de fitoterápicos.

amburana

Nome Popular: Amburana, cerejeira, cumaru-do-cerá-, cumaré, cumaru-das-caatingas, imburana-de-cheiro, umburana, amburana-de-cheiro, imburana, cerejeira-rajada, cumaru-de-cheiro.

Nome Científico:  Amburana cearensis

Locais de Ocorrência: Centro-Oeste, Nordeste, Norte, Sudeste Onde Plantar : Parques, praças e jardins.

Originada no Juazeiro do norte.Segundo a tradição popular do Norte e Nordeste do Brasil é uma planta aromática balsâmica com efeitos no aparelho digestivo similar a Imburana de Cambão (Commiphora leptophloeos). São também comuns indicações de seu uso para doenças do aparelho respiratório. Em recente revisão bibliográfica Almeida (2010) registrou suas indicações como broncodilatador, analgésico, anti-inflamatório e antireumático assinalando que este uso é referendado pela presença de compostos como cumarinas, , flavonoides glicosídeos fenólicos na sua constituição.

Canela e baunilha levemente adocicado. Geralmente se usa a semente.

também chamada de amburana ou imburana – está presente nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste. Suas sementes têm sido utilizadas como especiaria, da mesma maneira que a canela, o cravo-da-índia e a noz-moscada; ralada, pode substituir a baunilha em alguns doces. A maneira mais comum de usá-la é fazer uma infusão em leite ou uma calda de água de açúcar cozida com a umburana quebrada em pedaços. Muito empregada, também, na aromatização de cachaças.

Especiarias brasileiras

Puxuri, amburana, cumaru (foto acima). Já ouviu falar? São sementes nativas do Brasil, à venda em lojas especializadas e mercados municipais, que trazem novos aromas a risotos, carnes, sobremesas.A pimenta de macaco, que lembra pimenta-do-reino, pode ser ralada ou moída e depois usada como sua “prima” para temperar carnes, molhos, risotos, massas, bruschetas.

A semente amazônica puxuri se parece com noz-moscada e é usada como ela: na finalização de molhos brancos, de tomate mais intensos (como bolonhesa) e carne de porco.

A perfumada semente de amburana cai naturalmente bem com receitas doces: pode ser infusionada em caldas de pudim ou ralada em pequenas quantidades e usada para “temperar” de torta de maçã à salada de fruta.

Semente de Amburana é uma semente brasileira, nativa da caatinga e da floresta pluvial. A forma mais comum da utilização da casca de amburana (ou sementes) é em chás e infusões

No entanto, fica o alerta: essas especiarias devem ser consumidas em pequenas quantidades e sem exagero no uso, já que não existem estudos sobre toxidade para todas elas.

As sementes da Amazônia, frutos do Cerrado, árvores, ervas e pimentas que se espalham de Norte a Sul são indispensáveis a pratos regionais típicos, ricos em sabor e em cultura. No Pará, por exemplo, um bom molho de peixe tem de ter a chicória-do-pará, erva que lembra o coentro tailandês. Já em algumas regiões de Minas Gerais, não se faz uma carne de panela bem feita sem o quitoco, planta aromática semelhante ao manjericão, mas de aparência e sabores mais rústicos. No Maranhão, o arroz-de-cuxá, receita com camarão, arroz e pimenta-de-cheiro, só é feito se tiver a vinagreira, uma folhinha ácida típica da região. O pequi, uma fruta do Cerrado, é usado para incrementar o arroz em Goiás.

A lista é enorme e é um contrasenso pensar que os brasileiros, quando muito, usam os temperos universais, como coentro, louro, cebolinha e cravo-da-índia. “A gastronomia nacional precisa ser descoberta pelos próprios brasileiros. O próprio pequi poderia ser uma espécie de baunilha, porque é um ingrediente muito perfumado, com aroma característico”, complementa.

A pesquisadora Rosa Nepomuceno, autora dos livros Brasil na rota das especiarias e Viagem ao mundo das especiarias, comenta que muitos condimentos nacionais que hoje não são valorizados já tiveram espaço inclusive em países da Europa. “O urucum e as canelas da Amazônia eram levados para Portugal e faziam sucesso por lá”, explica.

As pimentas-de-cheiro são as que têm maior variedade, espalhadas principalmente pelas regiões Norte e Centro Oeste e muito presentes na culinária regional. Há muitas espécies, em geral mais aromáticas e com menos sabor do que as pimentas da Amazônia. Dentre as amazônicas, a cumari do Pará, facilmente encontrada no Sul e Sudeste, tem pouco aroma, mas um sabor característico.

No topo da lista de mais usadas está, sem dúvida, a malagueta. “Fundamental em feijoadas e na fabricação de molhos, está presente nas mesas de todas as regiões do país”, explica Mara. A origem da pimentinha malagueta é controversa. Segundo o historiador e antropólogo Luiz da Câmara Cascudo, a planta existia no Brasil quando os portugueses chegaram e, com a colonização, só ficou mais popular.

A dedo-de-moça ganha pela versatilidade e é uma das favoritas no Sul e no Sudeste, podendo ser usada tanto como tempero, quanto à mesa para consumo in natura. “Ela aceita pratos salgados, doces e azedos. Combina muito bem com o chocolate”, comenta Andréa Follador, chef e cake designer da Culinária Delícias. Para o chef do restaurante tailandês Lagundri, a dedo-de-moça é a pimenta nacional que mais substitui variedades mexicanas ou asiáticas. “Seu sabor é perfeito para pratos orientais”, afirma.

Baru, Cumbaru ou Cumaru, o que é e quais seus benefícios

Os fantásticos benefícios do Baru, Cumbaru ou Cumaru e da castanha do baru para a saúde. O baru ou cumaru é uma árvore da família das leguminosas, subfamília papilionoídea.

Os fantásticos benefícios do Baru, Cumbaru ou Cumaru e da castanha do baru para a saúde. O baru ou cumaru é uma árvore da família das leguminosas, subfamília papilionoídea. O baru é nativo da vegetação do cerrado brasileiro e das faixas de transição da Mata Atlântica.

Nomes populares: baru, barujo, bugueiro, cambaru, castanha-de-bugre, coco-feijão, cumari, cumaru, cumarurana, cumbaru, feijão-baru, feijão-coco, imburana-brava e pau-cumaru.

A árvore, de até 25 metros de altura com tronco podendo atingir 70 cm de diâmetro, possui copa densa e arredondada. Sua madeira é resistente.

O fruto (baru) é um legume lenhoso, castanho com uma única amêndoa comestível, que amadurece de setembro a outubro.

As sementes são uma iguaria cada vez mais apreciada e muito nutritiva, embora a dureza do fruto dificulte sua obtenção. Animais silvestres e o gado consomem a polpa aromática do fruto, assim como seres humanos, in natura ou como geléia.

O gosto da amêndoa do baru, parecido com o do amendoim, leva a população da região a atribuir-lhe propriedades afrodisíacas: diz-se que na época do baru, aumenta o número de mulheres que engravidam. O que já se sabe é que o baru tem um alto valor nutricional. A castanha tem em torno de 23% de proteína, valor maior do que a castanha-de-caju e a castanha-do-pará.

O preparo das amêndoas para consumo é simples. Depois de tiradas da polpa, é só torrar. Podem ser consumidas sozinhas ou usadas no preparo de pé-de-moleque, rapadura e paçoca.

O óleo extraído da amêndoa é de excelente qualidade, e costuma ser utilizado pela população local como anti-reumático. Apesar de todas as suas qualidades, o baru não é ainda comercializado em grande escala, sendo muito raro encontrá-lo nas feiras de cidades do Sudeste. É comum, contudo, em feiras-livres e lojas de produtos naturais de Goiás e do Distrito Federal.

As qualidades do baruzeiro vêm sendo pesquisadas desde o fim dos anos 1980 pela Embrapa e suas propriedades o tornam uma planta relevante. (Wikipédia e Lorenzi Harri)

Benefícios do Baru para a saúde
Repleta de compostos com alto poder antioxidante, a castanha (ou amêndoa) do baru se mostrou, em pesquisa realizada pela Universidade de Brasília (UnB), eficaz para prevenir doenças como cardiopatias, aterosclerose, câncer, diabetes, Alzheimer e até mesmo o envelhecimento precoce.

Os óleos da amêndoa do baru são tão ricos em ômega 3, 6 e 9 com ácidos graxos insaturados (81%) quanto os peixes, recomendados para quem quer uma dieta saudável. Além disso, a amêndoa é rica em vitamina E, que também tem função antioxidante e ajuda na imunidade do corpo, e compostos fenólicos (como ácidos gálicos, cafeicos e elágicos) que têm ações anti-inflamatórias e antivirais.

Da castanha do baru se extrai um óleo semelhante ao azeite de oliva, que contém ômega-6 e ômega-9. Essas substâncias são importantes na prevenção da hipertensão e na redução do colesterol total e LDL (colesterol ruim). Elas regularizam os níveis de glicose no sangue, reduzem a gordura abdominal e a incidência de câncer, além de ajudarem na cicatrização e na queda de cabelo. O ômega-9 ainda é um potente antioxidante, que reduz as lesões nas células causadas pelos radicais livres e inibe a agregação plaquetária e a formação de trombos.

Existem estudos em pacientes soropositivos que mostram que os ácidos gálico e elágico (encontrados no baru) podem inibir a ação do agente agressor do HIV quando ligado ao receptor CD4, interferindo nos sintomas e melhorando o quadro desses pacientes sob o ponto de vista imunológico.

O Baru é considerado um afrodisíaco natural
Nas comunidades de onde o baru é extraído, ele é conhecido como o “viagra do cerrado”, em virtude da sua natureza afrodisíaca. O zinco é considerado o mineral mais importante para a fertilidade feminina e masculina, e o baru contém uma quantidade grande desse mineral.

Assim como o amendoim, a castanha do baru é considerada um alimento afrodisíaco. Geralmente, esse título é dado a alimentos ricos em energia de boa qualidade.

Mas, o valor energético não é o único responsável por isso. Outro nutriente participa desse processo: o zinco. O mineral é considerado o mais importante para a fertilidade, tanto masculina quanto feminina. Devido à sua riqueza de nutrientes e por ser fonte de zinco, necessário à maturação do esperma e à fertilização dos óvulos, a castanha do baru tem sido considerada um afrodisíaco natural.

Principais propriedades do Baru
O baru é antioxidante.

O baru combate a anemia.

O baru é afrodisíaco natural.

O baru combate doenças do coração.

O baru é emagrecedor.

O baru reduz a gordura abdominal.

O baru reduz o nível de glicose no corpo.

O baru auxilia na prevenção de câncer, diabetes e Alzheimer.

O baru é indicado no tratamento de cabelos (óleo de Argan).

Quantidade recomendada de Baru
De acordo com especialistas é recomendado o consumo diário de 30 gramas de castanha do baru, o equivalente a meia xícara (chá).

Onde encontrar a castanha de baru
A castanha de baru pode ser encontrada em lojas de produtos naturais e sites especializados em produtos naturais.

Contra-indexações da castanha de baru
A nutricionista Vanderlí Marchiori, alerta que a castanha do baru nunca deve ser consumida crua, pois possui substâncias antinutricionais, como taninos e fitatos, que são elementos capazes de alterar a biodisponibilidade de nutrientes, como o cálcio, por exemplo.

O processo de torragem da castanha inativa essas substâncias, por isso, é importante salientar que só deve ser consumida torrada, para aproveitar todos seus benefícios e não causar nenhum transtorno à saúde. Quando a castanha do baru é ingerida crua, causa intoxicação e pode levar a lesões na pele.

Composição nutricional do Baru
Valores aproximados referentes á 100 gramas.

Calorias 502 kcal

Proteínas 23,9 g

Gorduras totais 38,2 g

Gorduras saturadas 7,18 g

Gorduras insaturadas 31,02 g

Fibras 13,4 g

Carboidratos 15,8 g

Cálcio 140 mg

Potássio 827 mg

Fósforo 358 mg

Magnésio 178 mg

Cobre 1,45 mg

Ferro 5,3 mg

Manganês 4,9 mg

Zinco 4,1 mg

É rica em proteínas, fibras, minerais, além dos ácidos graxos oleicos (ômega-9) e linoleicos (ômega-6).

Mais sobre especiarias brasileiras:

https://homemverde.com/

1. Cumaru

Contra dores encefálicas, reumatismos e doenças respiratórias Aromática e medicinal, a árvore do cumaru é nativa da Amazônia e tem usos tanto na medicina quanto na culinária. Os benefícios dessa planta incluem proteger o coração de doenças cardiovasculares, diminuir sintomas da cólica menstrual e aliviar doenças respiratórias como gripes, asmas e bronquites. Além disso, o cumaru combate aftas, úlceras, feridas, dores de cabeça e reumatismo por causa das propriedades analgésicas e anti-inflamatórias da planta. Por outro lado, devido à grande quantidade de cumarina, propriedade também encontrada na baunilha, a semente desta árvore brasileira também é utilizada na culinária para o preparo de doces e sobremesas. Inoce baunilha

2. Puxuri

Para o tratamento de problemas estomacais e como fixador de fragrâncias Descoberto em 1820 por um naturalista alemão na floresta amazônica, o puxurizeiro tem ação antisséptica, desinfetante, carminativa e tônica. A planta é indicada para o tratamento de problemas estomacais, cólicas intestinais, diarreias, gases, insônia, reumatismo e corrimentos vaginais. Além disso, devido à grande quantidade de uma propriedade chamada de safrol, o óleo de puxuri é utilizado pela indústria de cosméticos como fixador de perfumes e fragrâncias. A semente desta planta tem um sabor característico parecido com cravo, canela e noz-moscada, por isso a especiaria é utilizada para o preparo de muitos pratos, tanto doces quanto salgados.

3. Priprioca  (Cyperus Articulatus)

Lider Agronomia: PripriocaContra reumatismos, enxaquecas e dores musculares Nativa da floresta amazônica, a priprioca é uma raiz utilizada na fabricação de perfumes, cosméticos, remédios e comida. Com propriedades antifúngicas, antimicrobianas, afrodisíacas, hidratantes, anti-inflamatórias, analgésicas e aromáticas, a priprioca combate enxaquecas, reumatismos e dores musculares. Semelhante ao

Priprioca

sabor de um capim adocicado, a priprioca também é muito utilizada na culinária paraense para dar sabor a diversos pratos. A geleia dessa especiaria, por exemplo, é um ótimo acompanhamento para pães, torradas e bolos com café. Notas de terra, erva e madeira.

Raízes e mudas de priprioca

4. Imbiriba / Embirira / Inquiriba (xylopia frutesces)

Cerrado, Nordeste, Norte

A árvore aromática realça o sabor da cachaça e alivia dores musculares Aromática e com sabor levemente picante, a imbiriba é a semente de uma árvore, com mesmo nome, nativa do nordeste brasileiro. A madeira da árvore é utilizada para fazer móveis e realçar sabor a cachaça, enquanto as sementes têm propriedades terapêuticas que tratam dores musculares e distúrbios gastrointestinais como gases, constipações, diarreias, refluxos e cólicas intestinais. A especiaria ainda é uma opção para substituir a canela na culinária, por isso pode ser utilizada em pratos doces como geleias e chocolates. Quer experimentar? Eu também!

5. Pimenta-de-macaco

Para o bom funcionamento do fígado e combater o mau hálito A pimenta-do-macaco é uma especiaria aromática nativa do cerrado brasileiro que atua como antisséptico, diurético, adstringente e tônico, além de auxiliar no tratamento da má digestão, na retenção de líquidos e no bom funcionamento do fígado, dos rins e da bile. Também conhecida como pindaíba, pimenta-de-bugre e embira, a pimenta-do-macaco ainda combate hemorragias, trata infecções de pele, alivia os sintomas das hemorroidas, elimina o mau hálito e previne diarreias. Devido ao seu sabor levemente picante semelhante ao da canela, a especiaria é utilizada para temperar carnes, caldos e doces. Ainda não provei esta especiaria, e você? 6. Umburana Contra doenças respiratórias, hemorragias e cólicas menstruais A umburana é uma árvore nativa da caatinga brasileira que pode alcançar até dez metros de altura. O principal uso desta planta do Nordeste é para o tratamento de doenças do sistema respiratório como sinusite, bronquite, rinite, asma, tosse, gripe e resfriado. Mas a umburana ainda é indicada para o tratamento de inflamações, hemorragias, cólicas intestinais e menstruais, infecções e constipações. Com efeitos anticoagulantes e antioxidantes, esta planta ainda aumenta a circulação sanguínea, previne doenças cardiovasculares, elimina toxinas do organismo, fornece energia física e melhora o foco. E não é só isso, a especiaria é uma ótima opção na culinária brasileira.

Baunilha do Cerrado ou Baunilha Banana (Vanila edwalli)

Favas de baunilha do Cerrado

A Baunilha do Cerrado ou Baunilha Banana (Vanila edwalli) é uma variedade nativa da região de Goiás, onde faz parte da tradição local sendo usada como planta medicinal, principalmente em chás e xaropes tosses e pneumonia, em chás e xaropes, por isso alguns moradores da região cultivam em suas casas (apesar da prática ter se tornado cada vez mais rara). Também faz parte da nossa cultura sendo muito usada em práticas do candomblé.

Ela recebe seu nome popular  — Baunilha Banana — pelo seu formato, mais grosso que o da fava convencional. Perto de Goiás você encontra a variedade em áreas específicas de matas próximas à Serra Dourada, estando também presente no estado de Minas Gerais e próximo ao Distrito Federal. Assim como os outros varietais, porém, seu cultivo é difícil em muito raro devido à dificuldade de polinização. Aqui também no Brasil há cultivadores que fazem esse processo de modo manual, polinizando as flor uma a uma, mas mesmo assim o fruto só é encontrado e comercializado em natura do período entre março a maio (nos outros meses é encontrado apenas em conserva), e possui um custo de venda alto (um quilo – mais ou menos 20 “bananas” – pode chegar a R$500), que seria rentável, porém o produto é muito pouco conhecido e valorizado.

Este ano o Instituto ATA lançou o projeto Baunilhas do Cerrado para viabilizar a produção de comunidade locais, principalmente quilombolas. Parte do projeto é mapear e classificar estas espécies biologicamente, já que não há ainda uma certificação ou reconhecimento mundial dessas plantas. Segundo o projeto hoje haveríamos pelo menos 5 espécies de baunilhas brasileiras no cerrado.

Essas vagens podem chegar a 25 centímetros de comprimento, com uma forma de fato parecida com a de uma banana. Tem uma superfície oleosa quando ainda está na árvore, e cresce naturalmente no Cerrado, o bioma conhecido popularmente como “as savanas do Brasil”. O ingrediente é considerado uma das joias raras da Chapada dos Veadeiros.

Favas de baunilha do Cerrado
Foto: Fartura do Brasil

Não é tarefa fácil encontrar a baunilha do Cerrado. Assim como em sua versão africana, o cultivo da planta requer uma série de cuidados consideravelmente trabalhosos. Cada flor dá uma quantidade bastante limitada de favas anualmente, além de sua extração precisar ser feita de maneira delicada.

Assim, as características que beiram a raridade justificam os valores um pouco mais salgados deste produto. A baunilha do Cerrado é a segunda iguaria mais valiosa do mundo, ficando atrás apenas do açafrão espanhol.

O impacto da baunilha do Cerrado

Além do cultivo complexo e demorado, o valor da baunilha do Cerrado, no entanto, também se dá devido a seu sabor muito marcante.

Porque cresce em cidades próximas ao público consumidor brasileiro, as favas não precisam ser curtidas em álcool ou outras misturas que visam a conservação do produto para aguentar viagens de longa duração. Isso significa que o sabor frutado e intenso é totalmente preservado para consumo. Este estado natural valoriza ainda mais o produto.

A baunilha do Cerrado foi reconhecida internacionalmente pelo movimento Slow Foods, na iniciativa Arca do Gosto, um catálogo mundial que identifica e divulga sabores que estão ameaçados de extinção, mas que ainda têm grande potencial de produção e comércio.

O ingrediente também foi notado pelo renomado chef brasileiro Alex Atála. O Instituto Atá, idealizado por ele, dá suporte a famílias que moram na comunidade quilombola Kalunga, em Goiás, para alcançar desenvolvimento e qualidade de vida a partir da venda da baunilha do Cerrado e outros produtos típicos da região.

Desta forma, além de ser uma especiaria muito prestigiada na gastronomia, também acaba por agir em ações de cunho social.

Outras Variedades de Baunilhas no Brasil

No Brasil há uma grande variedade dessas inclusive com endemismo regional e todas, mais ou menos, são bem cheirosas.

  • Vanilla angustipetala (Brasil – São Paulo)
  • Vanilla bahiana (Brasil – Bahia)
  • Vanilla bradei (Brasil – São Paulo)
  • Vanilla carinata (Brasil)
  • Vanilla cristagalli (Norte do Brasil)
  • Vanilla denticulata (Brasil)
  • Vanilla dietschiana (Brasil)
  • Vanilla dubia (Brasil – Minas Gerais)
  • Vanilla dugesii (Brasil)
  • Vanilla edwallii (do Brasil à Argentina)
  • Vanilla gardneri (Brasil)
  • Vanilla lindmaniana (Brasil – Mato Grosso)
  • Vanilla organensis (Brasil – Rio de Janeiro)
  • Vanilla parvifolia (do Sul do Brasil ao Paraguai)
  • Vanilla purusara (Brasil)
  • Vanilla ribeiroi (Brasil – Mato Grosso)
  • Vanilla schwackeana (Brasil – Minas Gerais)
  • Vanilla trigonocarpa (da Costa Rica ao Norte do Brasil)
  • Vanilla uncinata (Norte do Brasil).

Mas, de todas as baunilhas existentes somente 4 cultivares têm boa produtividade e nome no mercado. Os cultivares comercializáveis são resultado de hibridizações e seleções com as espécies Vanilla planifolia, V. tahitiensis, V. odorata e V. pompona, leia aqui em detalhe. E aqui também temos a Vanilla edwallii, nativa do nosso país (mas não só) que também começa a alcançar algum nome comercial.

Fora da questão mercadológica, saiba que no cerrado brasileiro já são conhecidas (mas, não ainda catalogadas) mais de 30 espécies de baunilha do cerrado.

Canela sassafraz (ocotea odorifera)

Mata atlantica

Sabor de canela com retrogosto de louro, pode usar a planta toda, cascam caule folhas, flores, frutos,

Cravo da Terra / cravo do mato (calyptrantes aromática)

Mata Atlantica

Flores e botões florais , cgosto e chero de cravo

 

Pacova – Mata atlantica –

Pacova – Renealmia Exaltata

Lembra gengibre e cardamomo. Pode-se usar no café. É um cardamomo brasileiro.

 

Frutas Brasileiras

Muitas frutas que têm a cara do Brasil vieram de fora

Por Luís Joly
Revista Mundo Estranho – Maio 2007

Estima-se que existam pelo menos 312 frutas tipicamente brasileiras. E isso porque muitas frutas tidas como “a cara do Brasil”, como a banana e a laranja não são naturais de terras brasileiras.

“Mas, apesar do número impressionante, apenas seis frutas brasileiras são cultivadas comercialmente em grande escala”, diz o engenheiro agrônomo Harri Lorenzi, co-autor do livro Frutas Brasileiras Exóticas e Cultivadas.

A lista de frutas brasileiras não-comerciais conta com nomes que você provavelmente nunca ouviu falar, como banana-de-macaco, marôlo, araticum-cagão, taperebá, cariota-de-espinho, pau-alazão, marajá e fruta-de-ema, entre outras. Algumas dessas frutas exóticas são registradas fora do Brasil, o que não anula a originalidade verde-amarela mas deixa o país de fora de eventuais ganhos monetários relacionados ao comércio do fruta. Há ainda as frutas extintas, como o oití-da-Bahia, umas das favoritas do imperador Dom Pedro II, que hoje não existe mais.

Origem de algumas frutas

– Goiaba (Brasil)
– Maracujá (Brasil)
– Coco da Bahia (Brasil)
– Abacaxi (Brasil)
– Caju (Brasil)
– Cacau (Brasil)
– Banana (Sudeste Asiático)
– Maçã (Eurásia)
– Laranja (China)

Lista de frutas brasileiras:

Acanthosyris spinescens (sombra-de-touro)
Acca sellowiana (goiaba-serrana-coolidge), (goiaba-serrana-mammoth), (goiaba-serrana-triumph)
Acrocomia aculeata (macaúba)
Aiphanes aculeata (cariota-de-espinho)
Alibertia edulis (marmelada-de-cavalo)
Allagoptera arenaria (guriri)
Ambelania acida (pepino-do-mato)
Anacardium giganteum (cajuí)
Anacardium humile (caju-anão)
Anacardium microcarpum (cajuzinho)
Anacardium occidentale (caju “CCP 76″), (caju “CCP 06″), (caju “END 157″)
Ananas comosus (abacaxi-pérola), (abacaxi-smooth cayenne), (abacaxi-gomo-de-mel)
Annona cacans (araticum-cagão)
Annona coriacea (marôlo)
Annona crassiflora (marôlo)
Annona glabra (araticum-liso)
Annona montana (graviola-silvestre)
Annona salzmannii (araticum-verdadeiro)
Astrocaryum aculeatum (tucumã)
Astrocaryum murumuru (murmurú)
Astrocaryum vulgare (tucumã-do-pará)
Attalea dubia (indaiá)
Bactris ferruginea (mané-velho)
Bactris maraja (marajá)
Bactris setosa (tucum)
Bellucia grossularioides (goiaba-de-anta)
Bellucia imperialis (goiaba-de-anta-vermelha)
Bertholletia excelsa (castanha-do-pará)
Bombacopsis glabra (castanha-do-maranhão)
Bromelia antiacantha (gravatá)
Brosimum gaudichaudii (maminha-cadela)
Butia capitata (butiá-do-cerrado)
Butia eriospatha (butiá-da-serra)
Butia odorata (butiá-da-praia)
Butia purpurascens (butiá-jataí)
Butia yatai (yataí))
Byrsonima crassifolia (muricí-do-praia)
Byrsonima verbacifolia (murici-rasteiro)
Campomanesia adamantium (guabiroba-amarela), (guabiroba-verde) , (guabiroba-vermelha)
Campomanesia aurea (guabirobinha-do-campo)
Campomanesia guazumifolia (sete-capotes)
Campomanesia lineatifolia (guabiraba)
Campomanesia neriiflora (guabiroba-branca)
Campomanesia phaea (cambuci)
Campomanesia pubescens (guabiroba-peluda)
Campomanesia schlechtendaliana (guabiroba-rugosa)
Campomanesia sessiliflora (guabiroba-verde)
Campomanesia xanthocarpa (guabiroba)
Campomanesia xanthocarpa var. litoralis (guabiroba-da-praia)
Cariocar coriaceum (pequiá)
Caryocar brasiliensis (piqui)
Caryocar microcarpum (pequiarana)
Caryocar villosum (piquiá)
Casearia decandra (cambroé)
Casearia rupestris (pururuca)
Cassia leiandra (mari-mari)
Celtis iguanaea (jameri)
Cereus jamacaru (mandacaru)
Cheilochlinium cognatum (uarutama)
Chondodendron platyphyllum (jaboticaba-de-cipó)
Chrysobalanus icaco (ajurú-branco), (ajurú-preto), (ajurú-vermelho)
Cocos nucifera (côco-gigante), (côco-anão-pingo-de-ouro), (côco-baé ou híbrido)
Cordiera elliptica (marmelada-de-pinto)
Cordiera humilis (marmelada-rasteira)
Cordiera sessilis (marmelada-de-cachorro)
Couepia bracteosa (pajurá)
Couepia longipendula (castanha-de-galinha)
Couepia subcordata (umarirana)
Couma utilis (sorvinha)
Crataeva tapia (tapiá)
Dicella nucifera (castanha-de-cipó)
Diospyros brasiliensis (olho-de-boi)
Diospyros hispida (caqui-do-cerrado)
Diospyros inconstans (marmelinho)
Dipteryx alata (cumbaru)
Duguetia furfuracea (marolinho-do-cerrado)
Duguetia lanceolada (pindaíva)
Endopleura uchi (uxi)
Epiphyllum phyllanthus (falsa-saborosa)
Eugenia brasiliensis (gumixama-preta), (grumixama-amarela), (grumixama-vermelha)
Eugenia calycina (cerejinha)
Eugenia candolleana (murtinha)
Eugenia copacabanensis (cambuí-amarelo)
Eugenia dysenterica (cagaita)
Eugenia florida (guamirim)
Eugenia involucrata (cereja-do-rio-grande), (cereja-do-rio-grande-dulcíssima), (cereja-do-rio-grande-gigante)
Eugenia itaguahiensis (grumixama-mirim)
Eugenia klotzschiana (pêra-do-campo)
Eugenia leitonii (goiabão)
Eugenia luschnathiana (pitomba-da-bahia)
Eugenia lutescens (perinha)
Eugenia multicostata (pau-alazão)
Eugenia myrcianthes (pêssego-do-mato)
Eugenia neonitida (pitangatuba)
Eugenia patrisii (ubaia)
Eugenia pitanga (pitanga-do-cerrado)
Eugenia pyriformis (uvaia-piriforme), (uvaia-redonda), (uvaia-rugosa-doce)
Eugenia speciosa (laranjinha-do-mato)
Eugenia stipitata (araçá-boi)
Eugenia uniflora (pitanga-vermelha), (pitanga-alaranjada), (pitanga-preta)
Euterpe edulis (palmito-juçara)
Euterpe oleracea (assaí-do-pará))
Euterpe precatoria (assaí-do-amazonas)
Fuchsia regia (brinco-de-princesa)
Garcinia acuminata (bacuri-azedo)
Garcinia brasiliensis (bacupari-miúdo)
Garcinia gardneriana (bacupari)
Garcinia macrophylla (bacuripari)
Garcinia madruno (bacuri)
Gaylussacia angustifolia (camarinha-da-serra)
Gaylussacia brasiliensis (camarinha)
Genipa americana (genipapo)
Genipa infudibuliformis (jenipapo-liso)
Hancornia speciosa (mangaba-da-restinga)
Hancornia speciosa var. pubescens (mangaba)
Hymenaea courbaril (jatobá)
Hymenaea stigonocarpa (jatobá-do-cerrado)
Inga cinnamomea (ingá-chinelo)
Inga edulis (ingá-cipó)
Inga laurina (ingá-branco)
Inga marginata (ingá-feijão)
Inga sessilis (ingá-ferradura)
Inga vera (ingá-banana)
Inga vulpina (ingá-miúdo)
Jacaratia spinosa (jaracatiá)
Lecythis lanceolata (sapucaia-mirim)
Lecythis pisonis (sapucaia)
Licania salzmannii (oití-da-bahia)
Maclura tinctoria (taiuva)
Manilkara huberi (maçaranduba)
Manilkara salzmannii (maçaranduba-preta)
Manilkara subsericea (maçaranduba)
Mauritia flexuosa (buriti)
Maximiliana maripa (inajá)
Melancium campestre (melancia-do-campo)
Mouriri pusa (puçá)
Myrcianthes pungens (guabiju)
Myrciaria aureana (jaboticaba-branca)
Myrciaria cauliflora (jaboticaba-paulista), (jaboticaba-açu-paulista), (jaboticaba-ponhema), (jaboticaba-precoce), (jaboticaba-vermelha)
Myrciaria coronata (jaboticaba-coroada)
Myrciaria dubia (camu-camu)
Myrciaria floribunda (camboim)
Myrciaria glazioviana (cabeludinha)
Myrciaria grandifolia (jaboticaba-graúda)
Myrciaria jaboticaba (jaboticaba-sabarazinha), (jaboticaba-cascuda), (jaboticaba-pingo-de-mel), (jaboticaba-rajada), (jaboticaba-sabará)
Myrciaria oblongata (jaboticaba-azeda)
Myrciaria phitrantha (jaboticaba-costada)
Myrciaria tenella (camboim)
Myrciaria trunciflora (jaboticaba-de-cabinho)
Oenocarpus bacaba (bacaba)
Oenocarpus bataua (patauá)
Oenocarpus distichus (bacaba-de-leque)
Opuntia monacantha (urumbeba)
Opuntia paraguayensis (arumbeva)
Orbignya phalerata (babaçu)
Pachira aquatica (monguba)
Parinari obtusifolia (fruta-de-ema)
Passiflora alata (maracujá-doce)
Passiflora ambigua (maracujá-doce)
Passiflora amethystina (maracujá-de-cobra)
Passiflora caerulea (maracujá-vermelho)
Passiflora cincinnata (maracujá-mochila)
Passiflora coccinea (maracujá-poranga)
Passiflora edulis (maracujá-roxo),(maracujá-flavicarpa),(maracujá-AR1), (maracujá EC-Ram), (maracujá GA-2), (maracujá-IAC-Paulista), (maracujá Monte Alegre,IAC-273)
Passiflora eichleriana (maracujá-de-cobra)
Passiflora elegans (maracujá-de-estalo)
Passiflora foetida (maracujá-de-cheiro)
Passiflora galbana (maracujá-do-mato)
Passiflora giberti (maracujá-bravo)
Passiflora laurifolia (maracujá-peroba)
Passiflora loefgreenii (maracujá-de-alho)
Passiflora mucronata (maracujá-de-restinga)
Passiflora nitida (suspiro)
Passiflora picturata (maracujá-redondo)
Passiflora quadrangularis (maracujá-mamão)
Passiflora serrato-digitata (maracujá-pedra)
Passiflora setacea (maracujá-sururuca)
Passiflora tenuiphila (maracujá-de-cobra)
Passiflora vitifolia (maracujá-folha-de-uva)
Paulinia cupana (guaraná)
Peritassa campestris (bacupari-do-cerrado)
Physalis pubescens (camapu)
Pilosocereus arrabidae (pitaia-da-restinga)
Platonia insignis (bacuri-açu)
Plinia edulis (cambucá)
Plinia rivularis (guaburiti)
Poraqueiba sericea (umari)
Porcelia macrocarpa (banana-de-macaco)
Posoqueria latifolia (baga-de-macaco)
Pourouma cecropiifolia (mapati)
Pouteria bullata (bapeba)
Pouteria caimito (abiu-comprido), (abiu-redondo), (abiu-ticuna)
Pouteria gardneriana (aguaí-guaçu)
Pouteria gardnerii (sapotinha)
Pouteria grandiflora (bapeba-da-restinga)
Pouteria macrophylla (cutite)
Pouteria pachycalyx (bapeba)
Pouteria ramiflora (curriola)
Pouteria torta (guapeva)
Pouteria venosa (aboirana)
Pradosia brevipes (fruto-de-tatu)
Pradosia lactescens (marmixa)
Psidim guajava (goiaba-yonemura), (goiaba-amarela), (goiaba-cascuda), (goiaba-courtbel), (goiaba-h.açu), (goiaba-kumagai), (goiaba-Ogawa 2), (goiaba-paluma), (goiaba-rica), (goiaba-pedro-sato), (goiaba-supreme-red-ruby)
Psidim guajava var. minor (goiaba-miniatura)
Psidium acutangulum (araçá-pêra)
Psidium cattleianum (araçá-amarelo ou mirim), (araçá-vermelho), (araçá-Ya-ci)
Psidium cinereum (araçá-cinzento)
Psidium firmum (araçá-do-cerrado)
Psidium guineense (araçá-do-campo)
Psidium rufum (araçá-roxo)
Psidium salutare (araçá-rasteiro)
Quararibea cordata (sapota-do-solimões)
Rhamnidium elaeocarpus (saguaraji)
Rollinia emarginata (araticum-mirim)
Rollinia mucosa (biribá-comum), (biribá “Liso”), (biribá “Prolific”)
Rollinia salicifolia (cortiça-lisa)
Rollinia sericea (cortiça)
Rollinia sylvatica (cortiça)
Rubus erythrocladus (amora-verde)
Rubus rosifolius (amora-vermelha)
Rubus sellowii (amora-preto-vermelha)
Salacia elliptica (siputá)
Scheelea butyracea (jaci)
Scheelea phalerata (bacurí)
Sicana odorifera (cruá)
Sideroxylon obtusifolium (sapotiaba)
Solanum sessiliflorum (cubíu)
Spondias macrocarpa (cajá-redondo)
Spondias mombin (taperebá)
Spondias sp (umbu-cajá)
Spondias tuberosa (umbu)
Spondias venulosa (cajá-grande)
Sterculia apetala (mandovi)
Sterculia striata (chicá-do-cerrado)
Syagrus cearensis (catolé)
Syagrus coronata (licuri)
Syagrus flexuosa (acumã)
Syagrus macrocarpa (marirosa)
Syagrus oleracea (guariroba)
Syagrus romanzoffiana (jerivá)
Syagrus schyzophylla (aricuriroba)
Syagrus vagans (ariri)
Talisia esculenta (pitomba)
Theobroma bicolor (pataste)
Theobroma cacao (cacau)
Theobroma grandiflora (cupuaçu)
Theobroma speciosum (cacauí)
Theobroma subincanum (cupuí)
Tontellea micrantha (bacupari)
Vasconcella quercifolia (mamãozinho-do-mato)
Vitex cymosa (jaramantaia)
Vitex montevidensis (tarumã)
Vitex polygama (tarumã-do-cerrado)
Xymenia americana (limãozinho-da-praia)
Zizyphus joazeiro (joá)
Zizyphus mistol (mistol)

Outra Lista de Frutas Nativas Brasileiras :

https://www.frutiferas.com.br/nativas-brasileiras

m e Científico Ecossistema de Origem
Abacaxi – Ananas comosus (5 variedades) Cerrado
ABIÚ (POUTERIA CAIMITO) Amazônia
ABIURANA (POUTERIA TORTA) Mata Atlântica
ABUTUÁ (abutua selloana) Mata Atlântica
ACUTIRÉM-BIÚ (epiphyllum phyllanthus) Mata Atlântica
AGUAÍ (CHRYSOPHYLLUM GONOCARPUM) Mata Atlântica
AGUAÍ-TANGA (pouteria ciliolata) Mata Atlântica
AMAJOUA (amaioua guianensis) Cerrado
ABRICÓ DE MACACO (Couropita guianensis) Floresta Semidecidua
ACAÇÚBA (Coccoloba glaziovii) Floresta Semidecidua
AMAÝ (Agonandra excelsa) Floresta Semidecidua
AMANIPOYVA (Swartizia langsdorfii) Cerrado
AMORA DA MATA (Morus celtififolia) Floresta Semidecidua
ANDA-ASSÚ (Joanesia princeps) Mata Atlântica
ANGELIN AÇÚ (Andira legalis) Mata Atlântica
ANINGAIBA (philodendron bipinatifidum) Mata Atlântica
ARAÇÁ AMARELO (Psidium cattlelianum) Mata Atlântica
ARAÇÁ-BOI (Eugenia stipilata) Amazônia
ARAÇÁ DE FOLHA LARGA (psidium grandifolium – 4 variedades) Cerrado
ARAÇÁ DE TRONCO CASCUDO (Psidium pohlianum) Cerrado
ARAÇÁ-ICICA (Psidium myrtoides) Floresta semidecidua
ARAÇÁ DE FOLHA MARROM (Psidium australe) Pantanal
ARAÇÁ DO CERRADO (Psidium guineense) Cerrado
ARAÇÁ-UNA (Psidium eugeniaefolia) Mata Atlântica
ARITICUM APÔ (Annona neosalicifolia) Floresta Semidecidua
ARATICUM COM CASCA ESPINHOSA (Annona nítida) Amazônia
ARATICUM DO BREJO (Annona glabra) Restinga
ARITICUM CAGAO (annona cacans) Mata Atlântica
ARITICUM DE MOITA (Annona dioica) Cerrado
ARITICUM DE RAPOSA (ANNONA CORNIFOLIA) Cerrado
ARATICUM CORTIÇA (Annona neoinsignis) Amazônia
ARATICUM DE GUARATINGUETÁ (Annona dolabripetala) Mata Atlântica
ARITICUM MIRIM (Annona emarginata) Mata Atlântica
ARATICUM PONHÉ (Annona montana) Mata Atlântica
AROEIRA (schinus terebenthifolia) Floresta Semidecidua, restinga
BACURI (Platonia insignis) Amazônia
Bacupari (garcinia gardneriana) Mata Atlântica
BACURI-PARI (Garcinia bemthamiana) Amazônia
BAGUAÇÚ (Magnolia ovata) Mata Atlântica
BAIARIBA (Agonandra sylvatica) Floresta semidecidua
BANANA DE MACACO (porcelia macrocarpa) Floresta semidecidua
BANANA DO BREJO (Philodendron brasiliense) Cerrado (planta palustre)
BABAQUINHO (vaconcellea monoica) Cerrado
BARÚ (dipteryx alata) Cerrado
BATINGA ou Jabuticaba branca (Plinia aureana) Mata Atlântica
BIRIBÁ (Annona mucosa) Amazônia
BOIASSÚCANGA (Coussapoa microcarpa) Floresta Semidecidua e M. Atlântica
BURÍ (allagoptera campestris) Cerrado – Campos
BUTIÁ (butiá paraguayensis) Mata Atlântica e Restinga
CABELUDINHA (Myrciaria glazioviana) Mata Atlântica
CABUSSÚ (Miconia chamissois) Cerrado
CACAU (Theobroma cacao) Amazônia
CACAU JACARÉ (Theobroma mariae) Amazônia
CACTO PÉ DE MAMÃO (brasiliopuntia brasiliensis) Restinga
CAJÁ DE PESCOÇO (sponias velunosa) Mata Atlântica
CALABURA DA MATA ATLANTICA (Prockia crucis) Mata Atlântica
CAMAPÚ (Physalis pubescens) Mata Atlântica
CAMARINHA (Gaylussacia brasiliensis) Restinga
CAMBACÁ (Eugenia tapacumensis) Cerrado
CAMBUCÁ (plinia edulis) Mata Atlântica
CAMBUCÍ Campomanesia phaea) Mata atlântica
CAMBUIZINHO (Myrciaria cuspidata) Mata atlântica
CAMBUÍ CIPÓ DE ESPINHO (Sageretia elegans) Floresta Semidecidua
CAMBUI ROXO (eugenia candolleana) Mata Atlântica
CAMBUÍ VERMELHO (myrciaria floribunda) Floresta semidecidua
CAMUCIBA (Ripsalis puniceodiscus) Mata atlântica
CANANHÉMA (Stryrax pohlii) Floresta Semidecidua
CANJIQUINHA (byrsonima intermédia) Cerrado
CAPICURÚ (peritassa campestris) Cerrado
CAPICURÚ-AÇÚ (tontelea micrantha) Cerrado
CAPINURIBA OU FRAMBOESA AMARELA (Rubus imperialis) Floresta semidecidua
CAPÍNURIBA (Rubus erythrocladus) Floresta semidecidua
CARATINGUIBA (Parinari obtusifolia) Cerrado
CARAGUATA (bromélia balansae) Mata Atlântica
CARAGUATÁ DO MATO (Bromélia antiacantha) Cerrado e Floresta Semidecidua
CARUME-PITAÍ (Clavija nutans) Floresta semidecidua
CARURÚ-GUASSÚ (Phytolacca dióica) Mata atlântica
CASTANHA DE CIPÓ (dicella nucifera) Floresta semidecidua
CASTANHA DE cipó de Chapéu (Dicella bracteosa) Mata Atlântica
CAUABORÍ (Coccocypselum lanceolata) Cerrado
CAUBACAIA (Costus spiralis) Mata Atlântica
CAXIM (Sorocea bomplandii) Mata Atlântica
CEREJA DO MATO (eugenia involucrata) Mata Atlântica
CEREJINHA DE MATTOS (Eugenia mattosii) Restinga
CIPÓ AZEITONA (Mendoncia ssp.) Floresta semidecidua
CHAL-CHAL (allophylus edulis) Mata Atlântica
CHAMBURU (Jaracatiá corumbensis) Pantanal
COMANDAIBA OU CO-ORONHA (Dioclea edulis) Mata atlântica
CONDURANGO (Cissus serroniana) Floresta semidecidua
CONGOBA (Eugenia bimarginata) Cerrado
CRUÁ (sicana odorífera) Pantanal
CUPUAÇÚ (Theobroma grandiflorum) Amazônia
CUPUÍ (Theobroma subincanum) Amazônia
CUTITE (Pouteria macrophylla) Amazônia
EMBAÚBA (cecropia pachystachya) Floresta semidecidua – Brejos
EMBIRA-TINGA (Daphonopsis brasiliensis) Floresta semidecidua
ESTRELA DO NORTE (Randia calycina) Floresta semidecidua
FAVA DE ARARA (hippocratea volubilis) Floresta semidecidua
FEIJOA (acca sellowiana) Floresta Ombrôfila mista
FRAMBOESA DE CIPÓ (Rubus sellowii) Cerrado e Mata Atlântica
FRAMBOESA ROXA (Rubus urticaefolius) Floresta semidecidua
FRUTA DE CANÁRIO (Varronia polycephala) Floresta semidecidua
FRUTA DE TUCANO (Citharexilum myrianthum) Floresta semidecidua
FRUTA CHOCOLATE (Tocoyena bullata) Restinga
FIGÃO DO MATO (Fícus adhatodifolia) Floresta semidecidua
FIGUEIRA DO MATO (Fícus enormis) Floresta semidecidua
FRUTA DE URÚ (Chiococca alba) Mata Atlântica
FRUTA DO TATÚ (Pradosia brevipes) Cerrado
FRUTINHA GELOL (Solanum coccininum) Floresta semidecidua
GENIPAPO (Genipa americana) Mata Atlântica
GENIPARANA (Gustavia augusta) Amazônia
GOIABA MIRIM (Psidium striatulum) Floresta semidecidua
GOIABA-abacaxí (Psidium acutangulum) Amazônia
GRAVATÁ (bromelia pinguan) Cerrado
GRAVATÁ DO CAMPO (Bromelia michaelii) Cerrado
GRAVATÁ BANANA (Bromélia regnelii) Pantanal
GRUMIXAMA (Eugenia brasiliensis) Mata atlântica
GUABIROBA-ARAÇÁ (Campomanesia áurea) Cerrado
GUABIROBA DE CACHORRO (Campomanesia eugenioides) Floresta semidecidua
GUABIROBA DE FLOR GRANDE (Campomanesia grandiflora) Mata atlântica
GUABIROBA Peluda (Campomanesia hisurta) Mata atlântica
GUABIROBA DO MATO (campomanesia xanthocarpa) Mata atlântica
GUABIROBA LARANJA (campomanesia guaviroba) Cerrado
GUABIRODA GIGANTE (CAMPOMANESIA ssp) Mata Atlântica
GUABIROBA BRANCA (campomanesia neriflora) Mata Atlântica
GUABIROBA RASTEIRA (C. xanthocarpa var. littoralis) Restinga
GUABIROBA RUGOSA (Campomanesia schlechtendaliana) Restinga
GUABIROBA VERMELHA ( Campomanesia ssp) Floresta Semidecidua
GUAÇATUNGA (casearia decandra) Floresta Semidecidua
GUAÇATUNGA AÇÚ (Casearia lasiophylla) Mata Atlântica
GUAÇATUNGA-PITUMBA (Gloesospermum sphaerocarpa) Mata Atlântica
GUAIAPÁ (pereskia aculeata) Floresta Semidecidua – Beira rios
GUAMIRIM CEREJA (Eugenia florida) Floresta semidecidua
GUAMIRIM PITANGA (Eugenia subterminalis) Floresta semidecidua
GUAMIRIM VERMELHO (Eugenia observa) Mata Atlântica
GUANHUMA (CORDIA RUFESCENS) Floresta Semidecidua
GUAMIRIM DO CERRADO (Myrcia pubiflora) Cerrado
GUAPORANGA (Marlieria tomentosa) Mata Atlântica
GUAPUICI (protium heptaphyllum) Floresta semidecidua
GUAPEVA PELUDA (Pouteria bullata) Cerrado
GUAQUAPARÍ (Eclinusa ramiflora) Mata atlântica
GUARAMBÁ (Solanum grandiflorum) Cerrado
GUARAMIRIM (Cordia magnolifolia) Floresta semidecidua
GUARANAÍ (paullinia rubiginosa) Floresta semidecidua
GUARANÁ TRIANGULAR (Paullinia rhomboidea) Floresta semidecidua
GUARAIQUICA (aechemea bromelifolia) Cerrado
GUARICANA-UVA (Billbergia amoena) Floresta semidecidua
GUAMARÚ (Tocoyena bullata) Cerrado
GUATICURUZÚ (Randia ferox) Floresta semidecidua
GUAZUTIBAIM (rosenbergiodendron longiflorum) Caatinga
GUIRAJÓIBA (Strychnus trinervis) Mata Atlântica
GURAJISSARA (Celtis ehrenbergiana) Floresta semidecidua
GURRUPIÁ (Celtis iguanaea) Floresta semidecidua
IARACATIÁ (vasconcellea quercifolia) Mata Atlântica
IBACURÚ (Garcinia macrophylla) Mata Atlântica
IBABIRABA (Campomanesia sessilifolia) Pantanal
IBAIJUBA (eugenia speciosa) Mata Atlântica
IBIRUBÁ (Eugenia neoverrucosa) Floresta semidecidua
IÇÚ (Hyperbaena oblongifolia) Floresta semidecidua
INDAIÁ (Attalea geraensis) Cerrado
INGÁ (ingá vera) Floresta semidecidua
INGÁ AÇÚ (ingá macrophylla) Amazônia
INGÁ CIPÓ (ingá edulis) Amazônia
INGA BANANA (ingá laurina) Cerrado
INGÁ PÉUA (inga striata) Floresta semidecidua
INGÁ PELUDO (Ingá vulpina) Mata atlântica
INGÁ FERRADURA (Inga sessilis) Mata atlântica
Jabuticabatuba (plinia jaboticaba) Mata atlântica
Jabuticaba de cabinho (plinia trunciflora) Floresta Ombrófila mista
JABOTICABA DE CIPÓ (diclidanthera laurifolia) Mata atlântica
Jabuticaba de Coroa (plinia coronata) Mata atlântica
Jabuticaba de polpa rosa (Plinia oblongata) Mata atlântica
Jabuticaba sabará (plinia cauliflora) Mata atlântica
JABUTICABA VERDE (Plinia aureana) Mata atlântica
JABUTICABARANA (Plinia rivularis) Mata atlântica
JACUÍBA (diospyros inconstans) Floresta Semidecidua
JACATUIJABA (Lacmellea SSP) Mata Atlântica
JAPECANGA AMARELA (Smilax japicanga) Floresta semidecidua
JARACATIA (jaracatiá spinosa) Floresta semidecidua
JARACATIÁ DE 5 QUINAS (Jaracatiá heptaphylla) Mata Atlântica
JACATUCABA-AÇÚ (citharexylum solanifolia) Mata Atlântica
JARAMATANTAIA (vitex cymosa) Floresta semidecidua e Amazônia
JATOBÁ (hymenaea courbaril) Mata Atlântica
JENIPAPINHO AMARELO (Tocoyena formosa) Cerrado
JERIVÁ (Syagrus romanmzoffiana) Floresta semidecidua
JUÁ (Ziziphus joazeiro) Caatinga
JUÁ-SSÚ (Solanum robustrum) Floresta semidecidua
JUÁ PILOSO (Solanum catanduvae) Floresta semidecidua
JUÁ-POCA (Physalis angulata) Mata Atlântica
JUÁ VERMELHO (Solanum ciliatum) Floresta semidecidua
JUÇARA (Euterpe edulis) Mata Atlântica
JUCIRÍ (Solanum sisymbrifolium) Cerrado
JURETÉ (Cordia sellowiana) Floresta semidecidua e Cerrado
JURETÉ VERMELHO (Cordia sylvativa) Mata Atlântica
LANDIM (posoqueria latifolia) Mata Atlântica
LOBEIRA (Solanum lycocarpum) Cerrado
MAMA-CADELA (Brosimum gaudichaudii) Cerrado
MANDUÍ (Senna rugosa) Cerrado
MANDUIRANA (senna macranthera) Floresta semidecidua
MANDACARÚ DA PEDRA (Praecereus euchlorus) Floresta semidecidua – Montana
MANGABA (Hancornia speciosa) Restinga
MANGABA ( Harcornia speciosa var. pubescens) Cerrado
MANDACARÚ (Cereus jamacarú) Caatinga
MAMORANA (Bombacopsis glabra) Mata Atlântica
MAPATÍ (Pourouma cecropifolia) Amazônia
MAPOURI (Psychotria carthagenensis) Floresta semidecidua
MARACUJÁ AÇÚ (passiflora quadrangularis) Amazônia
MARACUJÁ DE SUCO (passiflora edulis) Mata Atlântica
MARACUJÁ DOCE (passiflora alata) Floresta Semidecidua
MARACUJÁ PEROBA (passiflora cincinnata) Cerrado
MARMELADA (alibertia edulis) Pantanal e Amazônia
MARMELINHO (cordiera elliptica) Cerrado
MARMELINHO DURO (C. longidolia) Cerrado
MARI-AÇÚ (Cássia spp) Mata Atlântica
MARIURI (Geoffroea spinosa) Caatinga
MAROLO (annona crassiflora) Cerrado
MAROLO LISO (Annona coriacea) Cerrado
MELANCIA DO CERRADO (melancium campestre) Cerrado
MISTOL ((Zizyphus oblongifolius) Pantanal
MUCUÍBA (diospyros hispida) Cerrado e Pantanel
MURICÍ DE FOLHA GRANDE (Byrsonima verbacifolia) Cerrado
MURICI DO CERRADO (byrsonima crassifolia) Cerrado
MURICÍ GUASSÚ (byrsonima lancifolia) Mata Atlântica
MURICI DA PRAIA (byrsonima stipulacea) Restinga
MURICÍ ROXO (Byrsonima ligustrifolia) Restinga
MUTAMBA (guazuma ulmifolia) Floresta semidecidua
NHANDÍBA (Piper regnellii) Floresta semidecidua – Beira rios
NÓS MOSCADA DO MATO (Cryptocarpa mochata) Mata Atlântica
OITÍ (Licania tomentosa) Mata Atlântica
OITÍ DA BAHIA ou Tajubá (Licania salzamanii) Mata Atlântica
OITÍ DE EMA (Couepia grandiflora) Cerrado
PACOVÁ (Renealmia petasites) Mata Atlântica
PARIPAROBA DOCE (Piper aduncum) Mata Atlântica
PELUDINHA (myrceugenia miersiana) Mata Atlântica
PEPINO DA MATA ATLANTICA (Geissospermum laevis) Mata Atlântica
PEPINO DE PEIXE (cayaponia podantha) Pantanal
PEPININHO DO MATO (Melotria cucumis) Floresta semidecidua
PEQUI (Caryocar coriaceum) Cerrado
PEQUI anão (Caryocar coriaceum) Cerrado
PERA DO CAMPO (eugenia klotzchiana) Cerrado
PICINGUABA (Faramea picinguabae) Floresta semidecidua
PINDAÚVA (duguetia lanceolata) Floresta semidecidua
PITAGUARÁ (CHIONANTHUS FILIFORMIS) Floresta semidecidua
PITAYA DO CERRADO (Selenicereus setaceus) Cerrado
PINDAUVA DO CAMPO (Duguetia furfuracea) Cerrado
PINHÃO (Araucária angustifolia) Floresta Ombrófila mista
PITANGUINHA -2 ESPÉCIES (Eugenia calycina e E. punicifolia) Cerrado
PITANGA (eugenia uniflora) Mata Atlântica
PITANGA ANÃ (eugenia pitanga) Cerrado
PITANGATUBA (eugenia Selloi) Restinga
PITANGUINHA PRETA (Eugenia sulcata) Mata atlântica
PITOMBA DA BAHIA (Eugenia luschnathiana) Mata atlântica
PIUNA (Eugenia melanogna) Floresta semidecidua
PIXIRICA (Leandra lacunosa) Floresta semidecidua e Cerrado
PORANGABA (Cordia ecalyculata) Floresta semidecidua
PUPUNHA (Babctris gasipaes) Amazônia
PURUNA (Cordieria sessilis) Cerrado
QUARARIBA AÇÚ (Matisia cordata) Amazônia
QUINA DO CAMPO (Strychinos pseudo-quina) Cerrado
QUIXABEIRA (Sideroxylon obtusifolium) Caatinga
Sapoti (manilkara zapota) Amazônia
SAPUCAIA (lecythis pisonis) Mata Atlântica
SAPUTÁ (cheilloclinium serratum) Floresta semidecidua
SARAGUAJÍ (rhamnidium elaeocarpum) Floresta semidecidua
SETE CAPOTES (Campomanesia guazumaefolia) Mata Atlântica
TAIÚVA (maclura tinctoria) Floresta Semidecidua
TAIUVA AÇÚ (Maclura brasiliensis) ESTOU PROCURANDO Restinga
TANIMBUCA (Buchenavia hoehneana) Pantanal
TAPEREBÁ (spondias mombin) Mata Atlântica
TARUMÃ AZUL (Vitex polygama) Floresta semidecidua
TARUMÃ (vitex montevidensis) Floresta semidecidua
Tinguiba (Averrhoidium gardnerianum) Mata Atlântica
TRAPIÁ (Crataeva tapia) Caatinga
TIMBORIBA (cassia leptophylla) Floresta semidecidual
TOMATINHO DO MATO (solanum diploclonos) Mata atlântica
TICAZINHO (Plukenetia serrata) Floresta semidecidua
TICAZO (Plukenetia volubilis) Amazônia
TITICA (Anthurium scandens) Mata Atlântica
TUCUM (Bactris setosa) Floresta semidecidua e M. Atlântica
SAPUTÁ de ARVORE (Salacia elliptica) Floresta semidecidua
SAPUTÁ PURUNGO (peritassa hatschibachii) Floresta semidecidua
SORVA (Couma macrophylla) Amazônia
VELUDO BRANCO (Guettarda viburnioides) Floresta semidecidua
VELUDO VERMELHO (Guettarda pohliana) Cerrado
VELUDINHO (Guettarda uruguensis) Floresta semidecidua
UBÁJAI (eugenia myrcianthes) Floresta semidecidua
UBA-PEBA (Eugenia anomala) Cerrado
UMBÚ (spondias tuberosa) Caatinga
URUMBEBA (tacinga palmadora) Floresta semidecidua
URUMBEBA REDONDA (Opuntia monacantha) Pampas
USAMA ou massa de tomate do mato (Bunchosia pallescens) Floresta Semidecidua
UVA DE ESPINHO (Berberis laurina) Pampas
UVA DO MATO (Cissus verticillata) Mata atlântica sudeste e sul
UVA DO MATO LARANJA (Odontocarya VITIS) Floresta semidecidua
UVA DO MATO DE FLOR VERMELHA (Cissus paulinifolia) Mata atlântica
UVA DE CAULE ALADO (Cissus sulcicaulis) Floresta semidecidua
UVAIA DOCE do CAMPO (Eugenia lutescens) Cerrado
UVAIA (Eugenia pyriformis) Mata Atlântica
UXÍ (Endopleura uchi) Amazônia
VAROVA (Prunus myrcifolia) Mata Atlântica
XIXÁ (sterculia curiosa) Mata Atlântica

 

 

 

Frutas Vermelhas Brasileiras:

As “berries” podem ser substituídas por frutas vermelhas brasileiras ricas em polifenóis:

Araçá vermelho,  Cerejeira-dorio-grande (Eugenia involucrata), Murici vermelho (Byrsonima Ligustrifolia), a Jabuticabeira (Plinia cauliflora /Myrciaria cauliflora), o Araçazeiro (Psidium cattleyanum) e a Pitanga (Eugenia uniflora), Açai (Euterpe oleracea), Guaraná (paullinia cupana), Tarumã-do-cerrado (Vitex polygama),  Grumixama (Eugenia brasiliensis – e também chamada de cumbixaba,  ibaporoiti ou cereja-brasileira), Bacaba (Oenocarpus bacaba), Aroeira-pimenteira (Schinus terebinthifolius), Pitanga Preta (Eugenia Sulcata? – Pitanga Una, Pitangui, pitanguinha, Pitanga preta selvagem, pitanga preta de jardim, Ginja)

Maqui Berry (Aristotelia chilensis) (encontrada no Chile)

Ocorocillo ou Damasco Boliviano (Hexachlamys boliviana)

 

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